Estudar inglês no exterior
January 23, 2008 by admin
Durante décadas, os brasileiros que queriam estudar inglês fora do país tinham um só destino na cabeça: os Estados Unidos. Mas essa hegemonia já era e agora o lugar mais procurado por quem quer passar uma temporada no exterior em total imersão na língua inglesa é o Canadá.
O começo desta guinada teve a ver com o medo e a dificuldade de se conseguir vistos para os Estados Unidos depois dos ataques terroristas de 11 de setembro, mas também passou pela questão de custos. A moeda canadense é, em geral, uns 10% mais em conta que o dólar americano e, independente das variações do câmbio, o país tem mesmo custos mais baixos – além de toda a infra-estrutura de primeiro mundo, bastante segurança e hospitalidade para dar e vender. Além disso, não é preciso ter visto especial para estudar inglês no Canadá se o curso escolhido durar menos que seis meses. E como a maior parte dos brasileiros usa as férias da escola para aprimorar o inglês, a situação parece ideal para o consumidor.
Apesar de tudo, os EUA ainda são os campeões quando o assunto é fazer a high school (que equivale ao nosso nível médio), ou seja, o país ainda é o destino mais escolhido entre os jovens que têm de 15 a 18 anos. Isso acontece porque estes programas de intercâmbio contam com subsídios governamentais e com famílias que recebem os alunos em casa em termos voluntários nos Estados Unidos. E tudo isso quer dizer que, do ponto de vista prático, o estudante paga apenas pela passagem, a documentação e a comissão de quem organizou o intercâmbio, economizando assim cerca de 50% em relação aos custos de participação em um programa semelhante em solo canadense.
Agora, independente dos custos, é sempre bom ter em mente outros destinos interessantes, como a África do Sul, a Austrália, a Nova Zelândia e a Inglaterra. Os destinos mais distantes e menos usuais costumam ter preços acessíveis por conta de moedas menos fortes que a libra, o dólar americano ou mesmo o dólar canadense. Então, o negócio é sentar e fazer as contas, já que o custo maior da passagem área pode “desaparecer” dentro desta equação. E se isso não é um fato em relação ao Reino Unido, convenhamos: estudar, viver, morar, conhecer uma cidade tão antiga, tradicional e interessante quanto Londres pode ser mesmo caro, mas trata-se de um mito, um lenda, um monumento – uma cidade e um cultura muito fortes que marcaram tudo que aconteceu no planeta nos últimos séculos. Ou seja, nesse caso, a questão custo é o que menos interessa!
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